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Por que se Vacinar?

No domingo, 17/1, a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford no Brasil. A vacinação no país no dia seguinte, 18/1.

Como os próprios técnicos da Anvisa destacaram, a vacina é hoje a forma mais importante de combate ao coronavírus (Covid 19), tendo em vista que tratamentos precoces se mostraram ineficazes. Além disso, esses tratamentos não tem o lastro da OMS.

A aprovação da vacina pela Anvisa já bastaria para que a população a tomasse sem preocupação. Entretanto, muitas notícias falsas circularam, sobretudo, via whatsapp, alardeando problemas da vacina.

Em dezembro, a BBC produziu reportagem esclarecendo esses fatos. A primeira informação importante é que a vacina não altera o DNA humano, uma vez que o material genético usado é o do vírus, o RNA mensageiro. O monitoramento de segurança da vacina é constante, mesmo após aprovação para uso.

A matéria ressalta que não existe microchip de rastreamento de pessoas inseridos na vacina, nem Bill Gates estaria envolvido em um plano para isso. O que a Fundação Bill Gates pensou foi em certificados digitais de vacinação.

A vacina não contém tecidos de fetos abortados. Ela é, em alguns laboratórios, testada em tecido humano, que não são usados na produção de vacinas.

Vale lembrar que praticamente todos os países já iniciaram suas campanhas de vacinação. O Brasil é um dos últimos a vacinar sua população. Mas, antes tarde do que nunca!

“Vacinar-se é um ato solidário, de amor e de responsabilidade de todas e todos em prol da sociedade. Nós, do Conselho Nacional de Saúde, abraçamos a vacina e nos engajamos nessa campanha que defende o Sistema Único de Saúde e a vida de toda a população brasileira”

 

 Presidente do CNS, Fernando Pigatto

 

MANIFESTO

QUEM AMA VACINA, ABRACE ESSA IDÉIA

1,2,3,4………mais de 208.000 mortos…

 

1,2,3,4…mais de 8 milhões  de contaminados…

 

Não são apenas números!!!!!

 

Não podemos perder a nossa capacidade de indignação diante dessa soma estarrecedora. Nela há vidas!

Há sonhos de um pai, uma mãe, uma amiga, um amigo, um irmão, uma avó, um sobrinho, um avô, um neto, um filho, um colega de trabalho, um tio, um companheiro, uma companheira de vida...há uma sociedade inteira, e há vidas de profissionais de saúde que se mantiveram na luta, mas que foram ceifadas. Isso é inadmissível e vergonhoso. Não podemos mais aceitar que o negacionismo, a descrença na ciência, a política de morte, e a proliferação das fake news construam o temor da população diante das formas reais para conter essa escalada de mortes. As falas propagadas em torno da resistência à ciência revelam o desprezo, a repugnância, a falta de empatia, o despreparo e a ignorância que, no fim, determinam as vidas que valem e as que não valem. É o deixar morrer como política nacional.

 

A indignação  se amplia quando vemos isso acontecer mesmo com a maior e mais exemplar política de saúde pública do mundo. Temos o SUS, uma grande conquista da população brasileira, inserida na Constituição Federal de 1988, e que garante a saúde como um direito de todos e dever do Estado. Representa um enorme ganho civilizatório, agindo no cotidiano das vidas e se fazendo presente na produção da saúde, na prevenção das doenças, na organização dos serviços e no acesso ao que consumimos para a nossa sobrevivência. Por vezes, não nos damos conta de sua importância e de sua presença, mas, é diante de choques humanitários, como o representado pela COVID-19, que percebemos ainda mais a sua relevância. O SUS está presente no nosso sistema de imunização de massa e na erradicação das doenças que ainda circulam mundialmente, no socorro em cidades, campos e estradas, nos transplantes, na produção de fármacos, na oferta de medicamentos. O SUS é único, é brasileiro, é nosso, é continental.

 

O caos vivenciado em Manaus nos deixa a todos sem ar, sem fôlego, perplexos e indignados. Nos faz perceber cada vez mais à deriva. Voltar à tona para respirar é possível e é direito.  E o SUS não nos deixa náufragos nesse mar. Seus trabalhadores, gestores e institutos de pesquisa, como a Fiocruz e o Butantã,  permanecem na construção da ciência, combatem o negacionismo e se alinham ao esforço mundial em viabilizar a mais esperada das conquistas: a vacina.

O Brasil possui capacidade histórica de produzir vacinas, e sempre foi considerado referência mundial pelas diversas campanhas de imunização em todo complexo território nacional. A capacidade tecnológica aliada a mais abrangente estratégia logística de imunização já nos garante o controle de muitas doenças sem nenhuma dependência de tecnologia externa.

A triste realidade vivenciada na capital  da nossa Amazônia, e que se capilariza pelo Brasil, precisa ser detida, amparada e ser profundamente abraçada com ações urgentes de resgate às vidas. A coalizão da sociedade civil, governos, profissionais de saúde e cidadãos é a promessa para que não percamos a oportunidade de resgatarmos a solidariedade, e estancarmos o avanço da COVID-19 em todo o país.

O movimento em prol da vacina se sustenta neste direito à saúde e se mantém no ideário da solidariedade e cidadania. Amplia seu fôlego na defesa ao uso de máscaras, distanciamento físico, organização da rede de atenção à saúde e garantia de condições econômicas para que mais vidas sejam poupadas e não se percam pela necessidade de salvar o sustento cotidiano.

Precisamos iniciar imediatamente a imunização da população brasileira. Mesmo que o início se dê a partir dos grupos prioritários, toda a população será beneficiada na medida em que se construirá uma imunidade indireta para todos, reduzindo a quantidade de pessoas que adoecerão e que deixarão de transmitir o vírus.

Vacina. Essa é a aposta da ciência para combater a epidemia do século.

Quem ama vacina. Abrace essa ideia!!!!

 

Produzido pelo Grupo Técnico da campanha: Adriano Massuda, Lúcia Souto, Regiani Nunes, Mônica de Bolle, José Gomes Temporão, Helena Petta, Gulnar Azevedo, Fernando Pigatto, Eduardo Jorge, Anderson Marques.

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